Você conhece as formas de reposição hormonal?

O corpo da mulher passa por várias transformações ao longo da vida, em algum momento ela pode precisar de reposição hormonal. A Menopausa é uma delas, neste período, os hormônios mudam constantemente, ocasionando sintomas típicos, como as ondas de calor, alterações de humor, cansaço excessivo, secura vaginal, queda de cabelo e retenção de líquidos. Para diminuir as angústias das manifestações da menopausa, algumas mulheres optam pela reposição hormonal.

Porém, a menopausa não é a única situação onde é indicada a reposição hormonal.

Essa reposição hormonal, deve ser recomendada pelo médico, de acordo com os sinais e sintomas apresentados (irregularidade menstrual, fogachos, insônia, tristeza), a faixa etária da mulher e pela dosagem de alguns hormônios para excluir outras causas.
A reposição hormonal pode ser realizada:

  • Oral: comprimidos;
  • Transdérmica: gel ou adesivo;
  • Vaginal: anel;
  • Subcutânea: implantes (pellets).

Existe uma tendência pela não utilização das vias orais de uma maneira geral, devido a não ter a 1ª passagem hepática e ter menor risco de trombose. Como por exemplo nos casos de pacientes obesas, hipertensas ou tabagistas, onde existe uma elevação no risco de trombose, tentem a ter a indicação de outras vias.

Essa reposição é capaz de restabelecer os níveis desses hormônios, a fim de deixá-los regulados no organismo. Afim de, como por exemplo no caso da menopausa, amenizar as ondas de calor, apetite elevado, inchaço abdominal, alterações de humor, diminuição da libido, insônia e o cansaço excessivo, contribuindo para a melhora na qualidade de vida da mulher.

A decisão de iniciar ou não a terapia de reposição hormonal, assim como a melhor via de administração, deve ser discutida com seu médico. Ele lhe fornecerá as orientações adequadas e lhe ajudará a tomar essa decisão.

A reposição não é obrigatória para todas as mulheres, mas tem diversos benefícios. Mesmo para os casos de menopausa, existem várias alternativas de tratamento, sendo elas hormonais ou não, portanto a decisão sobre o tratamento a ser adotado e totalmente individualizado.

Por: Dra. Ana Flávia Cavalcante

Ginecologia

CRM/GO: 13536 | RQE: 8083

Dra. Ana Flávia Cavalcante

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